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12 de dezembro de 2019

Qual a relação das vidraçarias com a Norma de Desempenho

Para arquitetos e engenheiros, essa é a norma principal da construção civil

Muitos empresários do ramo vidreiro, incluindo os proprietários de vidraçarias, acompanharam de longe a entrada em vigor da ABNT NBR 15575 em 2013, chamada simplesmente de Norma de Desempenho das Edificações. De modo como se o assunto não fosse com eles. O tema, entretanto, pode interferir diretamente na rotina de seus negócios, criando novos procedimentos e até mesmo oportunidades de novos serviços.

Essa norma dita, de forma geral, que para todo vidro instalado na construção – incluindo boxes de banheiros e fechamentos de vãos – os vidraceiros terão de entregar junto um documento informando a Vida Útil de Projeto (VUP) do produto entregue. Da mesma forma que acontece nas revendas de automóveis, deverão programar revisões periódicas para regulagens e substituições de peças como dobradiças, roldanas etc.

Janelas e fachadas

A norma é extensa e prevê durabilidade mínima para cada aplicação do produto. Na teoria, entretanto, se uma vidraçaria instalar janelas em um prédio, encomendado por uma construtora, e fizer a montagem utilizando kits prontos e ferragens de latão, por exemplo, essa empresa tem o dever de passar ao construtor uma previsão de vida útil de todos os itens que compõem tal janela. Para isso utilizará informações que deverão ser fornecidas pelo fabricante de kits e pelo fabricante das ferragens de latão.

E tem mais: tal janela instalada deverá durar o que já está publicado na norma, que são 20 anos. Nesse período não poderá ocorrer infiltração de água ou ocorrer dano em qualquer componente que acabe por prejudicar o desempenho do conjunto todo.

Nesse caso da janela, o vidraceiro, munido de informações dos fornecedores de kits e das ferragens, repassará à construtora que o contratou documentos que informem quando devem ser feitas manutenções periódicas e trocas de peças e componentes.

Essas informações, por escrito, serão repassadas ao consumidor que poderá optar por fazer tais manutenções e trocas ou não. Se optar por não fazer, entretanto, não terá como se defender legalmente de algum problema que possa ocorrer antes do mínimo estipulado.

A questão, entretanto, vai além. Se a instalação do vidro compor uma fachada, por exemplo, a durabilidade mínima prevista para esse item não deverá ser de somente 20, mas de 40 anos previstos na NBR 15575. Da mesma forma, se o vidro fizer parte de uma cobertura será incluído na durabilidade mínima prevista em coberturas e o mesmo se aplica para divisórias, boxes, revestimentos de paredes, degraus de escadas, pisos e outras aplicações com vidro.

Treze anos de discussões

Poucas vezes na história da ABNT a aprovação de uma nova norma causou tanta discussão e movimentou os setores a que eram destinadas quanto a NBR 15575. Para se ter uma ideia, a primeira versão dessa norma foi apresentada em 2000, mas as discussões duraram até 2013. Isso porque uma de suas características é estabelecer as responsabilidades de cada um dos envolvidos: construtores, incorporadores, projetistas, fabricantes de materiais, administradores condominiais, instaladores e os próprios usuários.

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